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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Principais Causas da Infertilidade Feminina

As causas de infertilidade feminina podem ser dividias em cinco categorias:


  • 1-Disfuçoes da ovulação;

2-Doenças das Tubas de Falópio;

3 - Endometriose pélvica;

4 - Doenças congénitas e genéticas:

5 - Abortamento espontâneo de repetição.

Disfuções da ovulação

Equivale a um total de 50% das causas de infertilidade feminina.O comando e orquestramento de complexas iterações de hormonios do hipotálamo,hipófise e ovário apresentam alterações de função acarretando a falta ou disfunções como ciclos menstruais irregulares,podendo ser muito longos,sendo superiores a 35 dias ou muito curtos,sendo inferiores a 21 dias,bem como outras alterações.

A causa mais frequente de ciclos longos é a síndrome dos ovários policísticos,geralmente sendo associada ao aumento do tamanho dos ovários.obesidade,aumento excessivo de pelos,oleosidade da pele e acne.

O aumento do hormonio chamado de prolactina,que prepara a mama para a amamentação,frequentemente encontrado em mulheres que fazem uso de antidepressivos,antialérgicos,soniféros, drogas recreativas entre outras,ou apresentam um tumor na hipofíse (glândula responsável pela liberação de FSH,LH e prolactina).

A liberação inadequada de progesterona após a ovulação e insuficiência ovariana prematura como menopausa precoce complementam a grande lista dessas causas que comprometem a ovulação.

Doenças das Tubas de Falópio

As formações cicatriciais podem obstruir as vias de transporte dos ovulos e embriões.causando a infertilidade e até levando a gravidez ectópica (gravidez tubária).

Uma verdadeira epidemia de doenças sexualmente transmissíveis registradas nas ultimas duas décadas,tem causado infecções das tubas (salpingite,doença inflámatoria pélvica). A infecção dos órgãos pélvicos podem levar ao comprometimento das funções de transporte e consequentemente a infertilidade.

As causas mais frequentes são a gonorreia e as doenças causadas pela clamídia.Uma infecção causada por esses agentes,quando não tratada ou tratada de forma tardia,pode levar a doença sendo irreparável em 20% dos casos.Outros agentes como bactérias do trato digestivo inferior,tuberculose,infecções associadas ao uso de dispositivo intrauterino (DIU) também comprometem a fertilidade.

Endometriose Pélvica

Em mulheres com endometriose,as células de revestimento interno do útero se desenvolvem fora do mesmo (como nos ovários,ao redor das tubas e entre outros órgãos pélvicos) causando processo inflamátorios,não infeccioso ou purulento,sendo crónico.Podendo causar alterações no transporte dos ovulos e embriões,devido as aderencioas,obstruções tubárias,ou modificações químicas do meio ambiente onde o óvulo e o espermatózoide se encontram para o processo de ferlizaçãohormonais e ate abortamento espontâneo.

Acredita-se que ate 40% de todas as mulheres inférteis tenham endometriose,principalmente após os 30 anos de idade,essa doença dependendo de seu estágio pode causar dor antes da menstruação,ao redor do período de ovulação e até dor durante o relacionamento sexual.

Doenças Congénitas e Genéticas

As doenças congénitas ocorrem durante a formação da pessoa na gestação e não são causadas por um gene específico.Podem causar malformação do útero,cervix,vagina e tubas,dependendo da severidade do caso podem causar a esterilidade.

As doenças genéticas são mais raras,e a mais comum e dramática é a doença de TUNER,onde os ovários não se desenvolvem a ovulação e menstruação nunca ocorrem.As mulheres acometidas por essa doença tendem a ter uma estatura muito baixa,cerca de 1,5 m e podem apresentar outros problemas físicos.

Outras doenças adquiridas como miomas (fibromas),pólipos,doenças orgânicas e sistémicas podem também comprometer as funções essenciais do organismo feminino.

A questão do abortamento espôntaneo de repetição será tratado com maiores detalhes em outra postagem.

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Infertilidade


É preciso antes deixar claro que infertilidade não significa impossibilidade definitiva de ter filhos.

As estatísticas mostram que mais ou menos 15% dos casais que desejam engravidam apresentam algum tipo de dificuldade que podem levar-los a um diagnóstico de infertilidade.
Durante muito tempo a infertilidade foi atribuída somente as mulheres e só recentemente passaram fazer parte do universo masculino.Depois de 12 meses tentando engravidar sem sucesso,é recomendável que o casal procure auxilio medico,a mulher deve procurar o seu ginecologista e o homem um urologista,esse ainda é um assunto meio polémico entre os homens,muitos ainda acreditam no preconceito de que ser infértil é ser impotente,porém não há ligação alguma,os casos são totalmente distintos.
Voltando ao assunto dos exames nos especialistas,essa avaliação medica levantará algumas prováveis causas,como por exemplo o histórico do casal,se são mantidas relações sexuais regulares,enfim.No caso dos homens,procura-se identificar se há algum possível problema físico que esteja impossibilitando a gravidez,como dificuldades de ereção e para ejacular;e pede-se um espermograma,para avaliar a quantidade e qualidade dos espermatozoides.
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sábado, 27 de março de 2010

Atendimento Gratuito para fertilidade


Sei que o tratamento para fertilidade ainda tem um custo muito alto no Brasil,e por esse motivo alguns orgão de saúde oferecem o tratamento a um custo mais acessível.Sendo assim disponíbilizei uma relação de alguns hospitais que oferecem o tratamento.Por favor,se tiverem maiores informações queiram postar seus comentários.Vamos ajudar cada vez mais mulheres que sonham em ser mãe.

Atendimento gratuito para fertilidade
Abaixo relacionados estão os serviços que realizam atendimento gratuito ou baixo custo no Brasil. Caso tenha alguma informação extra que possa ajudar a completar esta lista, favor deixar um comentário abaixo.São Paulo


- Santa Casa de Misericórdia
(Clínica de Infertilidade Conjugal)
. Comparecer ao pronto atendimento do ambulatório de ginecologia às 7h e passar por consulta de triagem
. Endereço: r. Dr. Cesário Mota Jr., 112 - Santa Cecília
. Telefone: 0/xx/11/3224-0122 ramal 5535 (informações)
. Medicação paga pelo casal; doações de laboratórios ou particulares custeiam parte dos remédios para pessoas carentes


- Hospital das Clínicas da USP
(Setor de Esterilidade Conjugal)
. Agendar consulta de triagem no ambulatório da ginecologia
. Endereço: Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 255, 5º andar - Cerqueira César
. Telefone: 0/xx/11/3069-6244 (informações)
. Medicação fornecida pelo hospital


- Hospital São Paulo, da Unifesp
(Setor Integrado de Reprodução Humana)
. Preencher ficha de cadastro e participar de palestra sobre esterilidade
. Endereço: r. Botucatu, 725 - Vila Clementino
. Telefone: 0/xx/11/576-4488 (informações)
. Medicação paga pelo casal


- Hospital Pérola Byington - Centro de Referência da Saúde da Mulher
(Divisão de Reprodução Humana)
. Agendar consulta de triagem. Exige guia de encaminhamento de posto de saúde ou de médico particular
. Endereço: r. Santo Antônio, 630 - Centro
. Telefone: 0/xx/11/3112-1752 (informações)
. Medicação fornecida pelo hospital


Campinas


- Hospital das Clínicas da Unicamp
(Ambulatório de Esterilidade)
. Agendar consulta de triagem. Exige guia de encaminhamento de posto de saúde ou de médico particular
. Endereço: Av. Alexander Fleming, 101 2º andar - Cidade Universitária
. Telefone: 0/xx/19/788-7616 (informações) e 289-3117 (agendamento)
. Medicação paga pelo casal


Ribeirão Preto


- Hospital das Clínicas da USP
(Setor de Reprodução Humana)
. Agendar consulta de triagem. Exige guia de encaminhamento de posto de saúde ou de médico particular
. Endereço: Av. Bandeirantes, 3900 - Campus da Faculdade de Medicina
. Telefone: 0/xx/16/602-2342 (informações e agendamento)
. Medicação parcialmente fornecida pelo hospital


Programa Acesso



Para casais com condições financeiras restritas, sendo que a renda familiar deve ser comprovada.
Programa Acesso Merck Serono e Vida Link

Caso tenha alguma dica, conheça algum outro serviço ou saiba o caminho melhor, deixe seu comentário abaixo.
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Como a idade afeta a fertilidade


Existem vários fatores para explicar por que as mulheres estão esperando mais para ter filhos. É comum a mulher querer se firmar na profissão e aproveitar um pouco uma vida mais despreocupada para só então resolver aumentar a família. Às vezes a mulher prioriza os estudos, ou então quer atingir uma estabilidade financeira maior de modo a poder oferecer mais qualidade de vida aos filhos, quando eles vierem. Ou então o parceiro ideal demora para aparecer, ou a mulher simplesmente não se sente preparada...
A disponibilidade e a eficácia dos vários métodos contraceptivos também têm um papel importante. Atualmente os casais pensam mais antes de ter filhos, e a tendência é que as famílias sejam menores.

O lado negativo de adiar a maternidade, seja por que motivo for, é que para as mulheres a fertilidade decai rapidamente com o passar da idade, muito mais que para os homens.A idade de maior fertilidade para as mulheres é entre os 20 e os 24 anos.Com o passar do tempo, as chances de engravidar caem drasticamente, e a probabilidade de enfrentar problemas de fertilidade aumenta de forma significativa. Os homens continuam férteis por bem mais tempo, mas a fertilidade masculina também é afetada pela idade, embora de modo menos radical.

Especialistas afirmam que aos 35 anos, a fertilidade da mulher é metade da que era aos 25 anos, e que, aos 40, a fertilidade cai para a metade do que era aos 35. Isso significa que um ano pode fazer muita diferença quando a mulher está na casa dos 30 ou dos 40 anos, e de repente pode começar a enfrentar dificuldade para engravidar.

A maioria dos casais (92 por cento) consegue engravidar em dois anos de relações sexuais frequentes e sem proteção. "Frequentes" neste caso significa sexo a cada dois ou três dias, ao longo de todo o ciclo menstrual.

Isso quer dizer que 8 por cento dos casais, na população em geral, não vão conseguir engravidar em até dois anos. Se você tem mais de 35 anos, sua chance de ficar grávida começa a cair rápido com o passar do tempo; 23 por cento das mulheres com 38 anos ou mais não conseguem engravidar mesmo com três anos de sexo frequente e sem proteção.

Assim, se a orientação em geral dos médicos é que se espere pelo menos um ano de tentativas para procurar ajuda especializada, a recomendação para mulheres de mais de 35 anos é diferente. Se você tem mais de 35 anos e está com dificuldade para engravidar, vale a pena procurar um especialista antes de um ano.

Há vários fatores que afetam a fertilidade. É preciso lembrar que a saúde em geral da pessoa também declina com o passar da idade. Certos problemas podem se agravar, e novas doenças podem surgir.

À medida que a mulher envelhece, fatores ligados à fertilidade mudam, como:

• Reserva ovariana: é o número de folículos em bom estado que restam nos ovários. Os folículos se formaram quando você ainda estava na barriga da sua mãe, e desde então só foram se deteriorando (e sendo usados). Quanto mais tempo passa, menos óvulos viáveis você tem. Para mulheres que sofrem de menopausa precoce, os óvulos acabam muito antes do normal.

• Ciclo menstrual: conforme as mulheres se aproximam da menopausa, seus ciclos menstruais podem começar a ficar irregulares e mais curtos, o que desfavorece a fertilização.

• Revestimento do útero: o endométrio pode ir ficando cada vez mais fino, menos apropriado à implantação do embrião.

• Secreção vaginal: o muco presente na vagina e no colo do útero pode ficar menos líquido e mais hostil aos espermatozóides.

• Doenças que afetam o sistema reprodutivo: certos problemas podem ir danificando os órgãos reprodutivos com o passar do tempo, ou podem se agravar se não forem tratados. Entre eles estão a endometriose, a síndrome dos ovários policísticos e a clamídia.

• Doenças crônicas: determinadas doenças têm impacto negativo na fertilidade, e tendem a se agravar com o envelhecimento.

• Obesidade: o excesso de peso pode afetar a fertilidade, e tende a ser mais comum à medida que a mulher fica mais velha.
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quinta-feira, 25 de março de 2010

Planejamento da Gestação


Atualmente as mulheres estão buscando por gravidez numa idade mais tardia ,geralmente após os 30 anos de idade,por várias questões dentre elas a estabilidade financeira,uma boa qualificação profissional e também um relacionamento estável.Mas é importante prestar atenção a cada pequeno detalhe,como a idade por exemplo,na hora de planejar uma gravidez,pois alguns desses pequenos detalhes estão diretamente ligados a dificuldade de engravidar que um casal pode vir a apresentar.

A fertilidade feminina começa a diminuir antes das mulheres chegarem aos trinta anos, sugere um estudo publicado hoje, contrariando as teses defendidas até agora de que só mais tarde existem dificuldades em engravidar.

O estudo, desenvolvido por investigadores norte-americanos e italianos e publicado na Human Reproduction, revista mensal da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), envolveu 782 casais saudáveis que usavam métodos naturais de planeamento familiar para evitar a gravidez.

De acordo com os autores, a maioria das análises das alterações de fertilidade relacionadas com a idade não separam os efeitos de uma menor frequência das relações sexuais dos directamente relacionados com a idade.


Estudo fiável

Este estudo foi arquitectado para ter esse factor em consideração, controlando a frequência e o timming das relações sexuais, "o que torna o estudo fiável".

A partir dos dados obtidos, os investigadores averiguaram as probabilidades de uma mulher ficar grávida após ter relações sexuais num determinado dia relativamente à ovulação.

Assumindo que as relações sexuais ocorreram no pico da concepção (dois dias antes da ovulação) e presumindo que os parceiros tinham a mesma idade, as mulheres entre os 19 e os 26 anos mostraram ter cerca de 50% de possibilidade de gravidez num qualquer ciclo menstrual.

A taxa caía para 40% em mulheres com idades compreendidas entre os 27 e os 34 anos e para menos de 30% quando elas e os seus parceiros tinham entre os 35 e os 39 anos.

Caso eles fossem cinco anos mais velhos a taxa passava de 30 para 20%, uma vez que a sua fertilidade tinha começado a decair também.

Estudos epidemiológicos sugerem a influência de factores associados ao facto de se fumar, à história de doenças sexualmente transmissíveis, e muitos outros que continuam sem explicação.

Fonte: Lusa
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